ELIAS RICARDO SANDE

ELIAS RICARDO SANDE
PSICOLOGO SOCIAL E DAS ORGANIZACOES

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Laudo Psicologico


1. Identifição:
Nome: Mauro Monjane. Idade 25. Sexo M.
Residência: Bairro Polana Caniço A

2. Descrição do caso
Mauro, 25 anos de idade, sexo masculino, estudante da 10ªClasse. Vive com a mãe, o irmão mais velho e a cunhada. O seu nascimento foi normal, porém começou a falar aos 5 anos. Ingressa na escola aos 6 anos, apresentando dificuldade de comunicação, reprova na 1ª, 2ª e 3ª Classes e, volta a reprovar na 6ª e 7ª Calsses, facto que fez levou a família a subornar aos professores para. Enquando adolescente, Mauro apresenta dificuldades de se expressar ao público. Não consegue se relacionar amorosamente, ״um dos meus relacionamento durou 1 dia״, frisa ele. Associado à isso, S diz: ״um moça ficou decepcionada por não lhe satisfazer sexualmente, pois sou impotência sexual״. Aos 20 Anos abandona a escola, e envolve-se em bebidas alcóolicas e em drogas (suruma). Duas semanas depois o consumo, ficou com as mãos paralisadas por 3 dias, apresentando insónia. Nas madrugadas percorre os corredores gritando e o corpo todo agitado. Perdeu memória e tem dificuldades de retenção e memorização, tornou-se violento, agredindo o irmão mais velho e beija mulheres à força. Mauro já foi levado aos maziones e à igreja universal.

3. Disgnóstico e Prognóstico (sugestão)
Mauro apresenta esquizofrénica, pois os dados indicam: disfunções cognitivas e emocionais que comprometem percepção, pensamento, comportamento, afecto, linguagem; afastamento nas relações sociais; ansiedade; depressão; diminuição de interesses sexual, desenteresse pela higiene; esgoto da memória, alterações cognitivas; gosto pelas actividades solitárias; e agressividade, facto que defendido pelo DSM-IV-TR.

4. Plano de tratamento (sugestão)
Esquizofrenia é uma doença que consiste na alteração ou desvio de personalidade, é caracterizada por uma dissociação das funções psíquicas e pela perda de contacto com o mundo exterior ela afecta não só a pessoa mas também toda a sua família e todas as pessoas à sua volta. A esquizofrenia torna-se um problema psicológico que geralmente a medicação tem ajudado. No entanto há que compreender melhor o problema para assim se poder encontrar mais e melhores soluções de carácter psicológiacas. Para o tratamento de Mauro sugere-se:


4.1. Medicação Psiquiátrica
Benzodiazepínicos: drogas de reacção rápida e podem ser administrados por via intravenosa, agem como calmantes usados para tratar ansiedade; são chamados de anti-ansiedade; Barbitúricos: drogas que agem como sistema nervoso central depressores, seus efeitos podem variar de leve sedação para a anestesia total. Se usado por muito tempo existe o risco de dependência; Fármacos antidepressivos e estabilizadores do humor: pessoas com esquizofrenia muitas vezes apresenta depressão, agressividade que podem ser acalmados por esses fármacos; Medicações antipsicóticas: estes são utilizados para a esquizofrenia no estado psicótico. Não são normalmente utilizados para pacientes com esquizofrenia catatônica; Internação: em casos extremo, durante os episódios graves, é necessário uma internação. Os pacientes são mais seguros num ambiente hospitalar são mais propensos a obter uma nutrição adequada, sono e higiene, bem como o tratamento certo.

4.2. Psicoterapias
Terapia cognitivo-comportamental: transtornos mentais são baseadas na história de aprendizado e nas interações dele com seu meio, visa restabelecer as competências do paciente a controlar seu comportamento, emoções e percepções, centram no presente e preconiza treinamentos, condicionamento operante, habituação, reestruturação cognitiva; Terapia psicodinâmica: explica os problemas psíquicos com base em conflitos inconscientes originados na infância. Elas procuram compreender o presente a partir do passado e trabalham com métodos interpretativos, através de livres-associações, transferênciais e actos falhadoss; e Treinamento social de habilidades vocacionais: isso ajuda o paciente a viver de forma independente; uma parte vital da recuperação para o paciente. O terapeuta pode ajudar o paciente a aprender uma boa higiene, preparar refeições nutritivas, e ter uma melhor comunicação.

5. Conclusões e Recomendações: recomenda-se que a família seja cautelosa com o paciente, dando-lhe o apoio necessário que ele solicitar para evitar situações que lhe criem depressão, frustração, stress e ansiedade. Mauro está ciente do seu estado patológico, facto importante que permite para que haja um acompanhamento psicológico de modo a incetivá-lo a seguir rigorosamento com o tratamento sugerido. A família proporcionar a alimentação adequada e ajudá-lo pela higiene pessoal. Deve-se evitar que Mauro ande sozinho, salvo em casos extremo. Mauro não deve consumir bebidas alcóolicas e nem exercícios que exijam maior esforço mental.

6. Referências Bibliográficas
Frances, A. & Ross, R. (2002). Casos clínicos: Guia para diagnóstico diferencial. DSM-IV-TR. Climpse Editores.

Um comentário:

Anônimo disse...

Esse Laudo Psi está errado. Tira isso daí. Pra q um psicólogo vai sugerir medicação? Referência bibliográfica paupérrima!!!

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